quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Power Point




Edward Tufte afirma que a apresentação por slides (PowerPoint) nos torna mais burros, sendo que o que importa mais às pessoas é a estética dos slides, e não o conteudo. Ou seja, que o o Power Point foi criado para comercializar, e não para ajudar em apresentações. O facto de poder conter apenas 40 palavras, e se apoiar muito em "pontinhos", dá ao orador uma grande responsabilidade de conectar a sua informação.
Falando do exemplo de Power Points na escola, Tufte afirma que as escolas que ensinam as crianças a usar power point (em vez de relatórios escritos com um texto estruturado frases inteiras) estão, de certa forma, a "estupidificar" as crianças, ensinando-lhes a meter uma semana de trabalho em 3 slides, com 40 palavras no total (por exemplo).

Na nossa opinião, isto não torna as crianças mais burras, mas sim mais espertas ou desenrascadas, sendo que agora, em vez de poder apenas copiar um texto, elas têm que saber a matéria e saber resumi-la nos pontos mais importantes para colocar nos slides. E ao apresentar um trabalho baseando-se apenas em poucas, mas importnates palavras que estão escritas num slide , requere um melhor conhecimento da matéria e uma prática de apresentação oral (que os vais ajudar a falar em público no futuro).

O autor afirma que "With so little information per slide, many, many slides are needed". Não consideramos isso correcto precisamente porque nos slides só estão os pontos mais importantes. O resto é falado.
Afirma também que "Often, the more intense the detail, the greater the clarity and understanding". De facto, o que Tufte diz nesta frase é verdade. Mas também não nos podemos esquecer do facto que por outro lado, também se torna mais aborrecido e as pessoas deixam de prestar atenção.

O autor refere também do caótico que é mostrar estatisticas / gráficos no powerpoint, sendo que não serão bem entendidos pelas pessoas, por se tornarem confusos (os gráficos). "To sell a product that messes up data with such systematic intensity, Microsoft abandons any pretense of statistical integrity and reasoning." Na nossa opinião, o power point não estraga a data: tal como qualquer outro meio, é a pessoa que cria os slides que tem que saber organizar bem como vai colocar os dados/gráficos.
"Yet the PowerPoint style routinely disrupts, dominates, and trivializes content." Não concordamos de todo com esta afirmação. A verdade é que, se bem usado, o powerpoint torna uma apresentação mais estimulante (menos aborrecida). Mas como já foi referido, tem tudo a ver com a capacidade do orador (criador dos slides) de se organizar.

"But rather than supplementing a presentation, it has become a substitute for it." Mais uma vez, tem muito a ver com o orador. Se este não sober a matéria e ler o que está no slide, sim, então tornou-se um substituto. Mas o objectivo do powerpoint e o bom uso deste programa não é assim. O orador tem dever de conhecer bem a matéria, colocar os pontos mais relevantes no powerpoint, e ir explicando guiando-se pelos slides que criou.

Tufle repete que na maior parte das vezes o powerpoint não respeita a audiencia. Na nossa opinião é exactamente o contrário: este programa traz uma dinâmica à apresentação. Primeiro, não é tão aborrecido. Depois, a audiencia pode seguir melhor o orador. E é simplesmente simples, prático e eficiente. Se há coisa que o powerpointp faz é respeitar , ajudar e não aborrecer a audiencia (se for bem usado claro, mas la esta, há casos e casos.

No nosso entender os argumentos de Tuffle não são válidos, pois este analisa o powerpoint como se este fosse só usado pelo que podemos chamar de "maus oradores", enquanto que muitas pessoas utilizam o programa da forma correcta. Assim, o powerpoint não nos "estupidifica", mas obriganos a saber melhor as matérias (no caso do orador) e ajuda-nos a prestar mais atençao e a seguir a apresentação (no caso da audiencia).

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

What the Web Is For

No artigo "What the Web is for", o autor acaba por se contradizer, sendo que no ínicio diz que o que mostrariamos a "marcianos" seria os humanos a tomarem conta uns dos outros (por ser quando somos "humans at our best"), mas já mais para o final afirma que na comunidade física as pessoas estão afastadas e na internet é que se "humanizam". Assim, porque diria ele que mostraria os humanos juntos a construirem uma casa para pessoas mais desfavorecidas (por exemplo) aos marcianos, se o nosso melhor lado humano é quando estamos na internet a partilhar interesses, segundo afirma?
Concordamos que a internet é, de facto, uma tecnologia que nos permite conhecer novas pessoas e criar "amizades" com as mesmas. Sabemos que é muito importante nos dias de hoje e que nós, jovens, não podemos viver sem ela (mesmo para fazer trabalhos, como este). Mas daí a ser a internet que nos torna "mais pessoa", vai um grande passo. O autor refere que "The real world is about distances keeping people apart", mas na verdade é a internet que nos mantem afastados. Claro que podemos falar com pessoas de outros países e conhecer culturas novas e maneiras de viver, além de partilharmos interesses. Contudo, o afecto também é muito importante, e esse nunca o vamos ter pela internet. Falando por experiência própria, sabemos que podemos criar amigos na internet e até ser muito chegadas a eles, mas eles vivem longe, e o mais provavel é nunca os vermos à nossa frente. E, se temos amigos na "comunidade física" é porque, de certeza, temos alguns interesses em comum. Sendo assim, a frase citada do autor é um pouco "irreal", pois também nesta comunidade física as pessoas estam juntas.
Do nosso ponto de vista, o texto insere-se na abordagem Interactivista sobre as tecnologias e sociedade, de Manuel Castells. Porquê? Porque nem a tecnologia transforma a sociedade, nem a sociedade determina a tecnologia: ambos se complementam e evoluem em conjunto. Na internet, tirando o exemplo do texto, é quase que um "grupo Social", na medida em que as pessoas se juntam por interesse num assunto. Tal como na comunidade física existem grupos sociais consoante a idade, o dinheiro, a escolaridade, entre outros, na comunidade virtual as pessoas juntam-se pelos seus interesses, tornando-se a internet "a place where we can be better at being people".

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Final Cut


No filme "Final Cut" foi-nos apresentada uma possível futura tecnologia de nome Zoe cuja função consistia em guardar as memórias dos individuos. Assim, seria possível aceder às memórias de vida de uma pessoa e editá-las de modo a só serem recordados os momentos escolhidos (Re-memória).

Através da visualização deste filme deparamo-nos com problemas relacionados com os conceitos de memória e privacidade, na medida em que estes variam consoante a sociedade e a época. Deste modo, não há muitos anos, tanto a memória como a privacidade não tinham tanto relevo como hoje em dia. As novas tecnologias vieram trazer novas concepções destes conceitos. Presentemente temos contacto com um outro tipo de memória sem ser a humana: a memória artificial. Tal advém da introdução de novas tecnologias no nosso quotidiano, o que antes não se verificava. A geração anterior à nossa (os nossos pais) ainda se recorda de apontar os números de telefone numa agenda ou simplesmente decorá-los, enquanto a nossa geração coloca os números no telemóvel sem ter que utilizar a memória humana. Além disso, estas novas tecnologias vieram moldar a nossa perspectiva de privacidade, no sentido em que nos expomos muito mais aos outros (ex: hi5) ficando a nossa esfera privada muito mais reduzida. Relativamente ao aparelho Zoe pensamos que ser uma violação extrema da privacidade do indivíduo pois "(...) It's not our place to see the other people's life through their eyes(...)". Por um lado poderia ser útil para, por exemplo, desvendar crimes. Mas por outro lado o indivíduo viveria de certo modo reprimido nas suas acções e com medo de ter um implante Zoe que, aquando a sua morte, revelasse a sua verdadeira personalidade.

Como já referimos, concordamos que as novas tecnologias tiveram um grande impacto a nível pessoal e social trazendo consigo efeitos bons e efeitos nefastos. Assim, consideramos que o constante contacto com outras pessoas melhorou o desenvolvimento dos indivíduos e a capacidade deste sociabilizarem. Por outro lado, as tecnologias individuais permitem um maior acesso a vida das outras pessoas gerando conflitos de privacidade. Podemos então considerar que o impacto da tecnologia é um faca de dois gumes. O Zoe representa esta ideia pois permite ao Editor escolher o modo como o indivíduo vai ser recordado perante a sociedade.

Tendo em conta os dois lados da tecnologia é natural que a recepção de novos produtos tecnológicos seja distinta consoante os utilizadores. A sociedade tende, primeiramente, a rejeitar o que é novo. Contudo, verifica-se que as gerações mais recentes têm uma maior facilidade em se adaptar ás inovações tecnológicas, enquanto que outras gerações ficam de certo modo pouco receptivas. Outra das características das novas tecnologias diz respeito ao factor exclusão/inclusão. Se, por um lado, estes novos produtos possibilitam uma maior rede social e permitem às pessoas ter uma vida social mais activa, por outro lado também pode isolar os indíviduos que se prendem apenas a estas inovações, e esquecem a socialização humana.

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Experiência da criação de uma Comunidade

Como trabalho para a disciplina de Comunicação Digital, foi-nos dado a criação de uma comunidade. Esta comunidade teria que apresentar um tema específico e interessante, de modo
a que pudesse atrair um público específico.
De facto, essa foi a nossa maior dificuldade. Encontrar um tema que seja interessante, onde possamos pôr bastante informação, e onde possa haver debate sobre a informação que dispomos ou mesmo só sobre o tema, é muito mais complicado do que parece. Após algumas tentativas, criámos a comunidade "Love Genaration", com o intuito de se debater sobre as diferenças do amor de antigamente, e o amor de hoje em dia. Uns dias depois apercebemos-nos que, além de ser um tema bastante falado já, não tínhamos como suscitar o interesse para a nossa comunidade, nem sabíamos muito bem o que escrever. Então fomos numa busca de outros temas, na qual surgiram vários interessantes, mas nenhum que nos cativasse muito a atenção. Finalmente tivemos a ideia de falar da obesidade na sociedade hoje em dia, onde podíamos também prevenir as pessoas de doenças como a anorexia e a bulimia, e dar conselhos de uma alimentação saudável.
Outro problema surgiu: o nome da comunidade. Ocupámos uma folha de papel inteira com nomes possíveis. No final ficámos com poucos mas, entre as duas, não chegávamos a um consenso. Achamos então por bem voltar ao primeiro título que nos lembrámos, que é agora o tema e título da nossa comunidade: "Geração XL".
O layout foi, para nós, fácil de fazer. Optámos por uma cor viva e imagens apelativas relacionadas com o tema. A cor escolhida foi cor-de-laranja pois achámos que uma cor viva poderia atrair mais as pessoas.
Começámos por introduzir um debate sobre a obesidade em Portugal e, a partir daí, fomos colocando votações, mais debates, imagens, site úteis, datas de seminários e até conselhos úteis para uma alimentação saudável. Dado o pouco tempo de existência da comunidade, conseguimos um numero razoável de participantes, e esperamos ter ajudado as pessoas que leram os nosso conselhos/debates a reflectir sobre o assunto e ter uma alimentação mais saudável. Por isso, o nosso objectivo terá sidu ou não alcançado, dependendo da opinião dos membros da nossa comunidade.
A nossa opinião é que, se esta comunidade não tivesse um tempo determinado de experiência, e fosse uma comunidade aberta, poderia vir a ser uma comunidade bastante utilizada por jovens (e não só), e onde pessoas com estes problemas poderiam ajudar-se mutuamente.
Assim, pensamos ter sido uma boa experiência, que vamos de certeza voltar a realizar noutro site, continuando a apostar no esclarecimento de questões relacionadas com a alimentação/nutrição e os distúrbios que uma má alimentação pode causar. Concluindo, ficámos satisfeitas com o resultado final.
Depois de termos realizado um blog e uma comunidade, o que pensamos ser a maior diferença é a interactividade que nestes dois projectos se pode alcançar. Enquanto que no blog o objectivo é essencialmente dar a conhecer um tema, a opinião do autor e o feedback do público, numa Comunidade a participação do público é essencial e estes estão envolvidos no projecto. Além disso, numa comunidade há algo comum às pessoas que nela participam e onde há também um maior espaço para debate sobre temas propostos.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

"Tudo o que é mau faz bem"

No texto “Tudo o que é mau faz bem”, Steven Johnson expõe uma das grandes problemáticas da actualidade relacionada com a inovação tecnológica. O autor considera que, ao longo dos anos, “a cultura popular tornou-se mais complexa e estimulante para o intelecto”, defendendo deste modo que os avanços tecnológicos são uma mais valia para o desenvolvimento social e cognitivo. Assim, o que encontramos neste texto é uma oposição à mentalidade actual, que acredita que cada vez mais a sociedade está a tornar-se apática e a cair numa cultura simplista. A incapacidade das pessoa perceberem que cada vez mais a mente humana é estimulada pelos meios digitais, é designada pelo autor como “Curva de Sleeper”. Esta conceito está relacionado com a afirmação “É preciso ter um barómetro novo...”, pois é exactamente essa falta de capacidade de aceitação e adaptação ao que é novo, que não permite que a mentalidade acompanhe o progresso tecnológico.

Utilizando a frase “Tão importante – senão mais importante – é o tipo de raciocínio que temos de fazer para perceber o sentido de uma experiência cultural”, o autor afirma que é exactamente isso que a sociedade não compreende: que não basta avaliar se os conteúdos são positivos ou negativos; é necessário ter contacto com os mesmos, independentemente das suas características. Só assim será possível “(...) perceber o sentido de uma experiência cultural”.

De acordo com texto em questão, a sociedade actual dá uma maior importância aos livros que aos jogos. Contudo, para Steven Johnson, os jogos constituem um papel tão ou mais importante que os livros, na medida em que ambos estimulam o cérebro de diferentes formas. É a diversidade de meios com os quais temos contacto no quotidiano que nos possibilitam uma variedade de estímulos que em tudo são benéficos para o desenvolvimento humano.

Tendo em conta os pontos acima referidos, consideramos que Steven Johnson abordou uma temática muito pertinente e actual. A forma como o autor desenvolve a sua teoria é radical na medida em que faz com que os leitores ponderem acerca da importância de vários elementos, nomeadamente jogos de vídeo e livros. A criatividade com a qual nos é exposta a problemática, com a reflexão de como seria se os jogos tivessem existido antes dos livros, proporciona uma nova perspectiva.

Do nosso ponto de vista, e como afirma Kromzberg, “as tecnologias não são boas nem são más, mas também não são neutras”, ou seja, é necessário haver um equilíbrio entre inovação e tradição. Ambas são relevantes no nosso estilo de vida actual, e por conseguinte, não podemos nem devemos abdicar de nenhuma delas. Acreditamos que, de facto, a sociedade precisa de ter uma mente mais aberta em relação ao progresso, e acima de tudo viver experiências culturais, quanto mais não seja para discernir o que é bom do que é mau.

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Interactividade e Comunicação Digital

1. O que é que significa para si a interactividade?


Esta questão gerou algum debate, na medida em que a definição de interactividade teve uma evolução ao longo do tempo, resultado da introdução de novos elementos no quotidiano das pessoas. É certo que a interactividade é inata ao ser humano, ou seja, desde que nascemos que interagimos. Podemos então afirmar que a verdadeira essência da interactividade passa pela comunicação do indivíduo com as pessoas e o mundo que o rodeia (gestos, palavras, etc...).


Contudo, com a introdução das novas tecnologias, a interacção adquiriu um novo significado. Encaramos hoje a interactividade não só como a comunicação entre pessoas, mas também como comunicação reciproca entre pessoas e novas tecnologias. Podemos ter como exemplo a televisão digital que permite ao espectador seleccionar o programa que quer e quando o deseja, ou a Internet, onde é possível obter um feedback praticamente imediato.




2. Que esforço, quando comparado com outros tipos de comunicação, pensa que a comunicação digital requer?


Relativamente a outros tipos de comunicação podemos afirmar que a comunicação digital requer menos esforço, pois é de mais fácil e rápido acesso, possibilita a procura de conteúdos específicos e diversificados e tem um custo baixo ou nulo. Assim, é natural que cada vez mais pessoas utilizem a comunicação digital no quotidiano.


Contudo, há também que ver a perspectiva de quem produz os conteúdos digitais. A diversidade nesta área (blogs, jornais online, páginas de informação, sites de lazer, etc...) e a ampla quantidade de cada um destes formatos dão origem a uma grande concorrência. Tal requer um maior esforço ao nível da inovação/criatividade de modo a atrair as pessoas. Também o tipo de escrita tem que ser cuidado na medida em que deve ser mais clara, sucinta e simples (ninguém consegue ler grandes textos na Internet).


Deste modo, consideramos que a comunicação digital requer um esforço mínimo na óptica de utilizador mas que, ao nível de produção de conteúdos é muito mais exigente.




3. Para que se considerem que as respostas são interactivas é necessário que sejam em tempo real?


Do nosso ponto de vista pensamos que não é necessário que seja em tempo real. Na verdade, mesmo quando não o é, há interacção. Tenhamos como exemplo a utilização do e-mail ou até mesmo de blogs. Nem sempre, quando enviamos um e-mail obtemos uma resposta imediata e isso não significa que não estejamos a interagir.




4. Alguém referiu recentemente que a interactividade é uma qualidade dos indivíduos que usam o meio, em vez de ser uma qualidade do próprio meio. Como responderia ?


De certa forma pensamos que, de facto, a interactividade é uma qualidade dos indivíduos pois como referimos na pergunta 1. somos seres naturalmente interactivos. Contudo há que ter em conta que também o meio proporciona essa mesma interactividade, ou seja, há dois pontos de vista distintos.


Nos dias que correm consideramos que esta afirmação não corresponde á verdade, pois embora se parta do pressuposto que são necessários dois ou mais indivíduos para interagir, há que ter em conta as novas tecnologias e compreender que todos nós interagimos não só através de dispositivos tecnológicos mas também com eles.




5. Alguns tipos de comunicação permitem mais controlo que outros. O que pensa que ocorre com a comunicação digital ?


A comunicação digital é de momento o tipo de comunicação que menos controlo permite devido á facilidade com que hoje em dia qualquer pessoa tem acesso às tecnologias. Nos dias que correm, toda a gente usa computadores, telemóveis e outros aparelhos que, sendo pessoais não podem ser controlados. Além disso a Internet tornou-se algo a que temos acesso em todos os locais e que é fácil de manipular no sentido em que podemos criar espaços de opinião e até de conhecimento e que não precisam de qualquer tipo de aprovação ou fiscalização. Isto significa que muita da informação disponibilizada não é credível.




6. Quais são as vantagens e desvantagens da comunicação digital?


As vantagens são sem duvida o fácil acesso a informação muito diversificada e a um custo baixo ou nulo. Além disso, a comunicação digital é dos poucos tipos de comunicação que consegue englobar diversos meios simultaneamente (som, imagem, texto, gráficos, animações).

As desvantagens têm por base o "infocolestrol" - excesso de informação, nem sempre verídico e de pouca qualidade. Há também que ter em conta a falta de controlo no que diz respeito ao uso da Internet. Em casos de dependência extrema pode originar problemas ao nível físico e social podendo até causar casos de exclusão e alienação do mundo real.




7. Alguns profissionais de comunicação consideram a comunicação digital ameaçadora. O que pensa disso?


A comunicação digital é ameaçadora no sentido em que está cada vez a ganhar mais poder e a substituir os meios de comunicação convencionais. Isto pode gerar descontentamento em vários meios, podendo causar o desemprego a milhares de pessoas. Contudo, talvez não seja a comunicação digital em si o problema, mas sim a falta de habilitações dos profissionais para trabalhar com as novas tecnologias. De facto, se a maior ameaça é a substituição do físico pelo digital, os profissionais não ficariam desempregados, pois apenas passariam a trabalhar noutro formato.


De qualquer modo não consideramos que seja um tipo de comunicação tão ameaçador ao ponto de ser abolido mas sim melhorado até porque, quando utilizado correctamente é um meio bastante útil e, além disso, é um excelente suporte para qualquer um dos outros tipos de comunicação, como por exemplo a escrita (jornais on-line).

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Apresentação

Bem vindos ao nosso blog! Para nome do nosso grupo escolhemos "Nova Era Digital" pois representa a paixão de ambas por esta área . Acreditamos também que a era em que nos encontramos é fortemente marcada pela evolução de tudo o que se relaciona com novas tecnologias, visto que estas já fazem parte do nosso quotidiano.

O nosso layout pretende ser apelativo (daí a escolha da imagem do título), mas ao mesmo tempo equilibrado e sério (representado pelas tonalidades de azul). Optámos apenas por esta cor em várias tonalidades para não causar um choque visual e permitir ao nossos visitantes uma leitura agradavél.